Ideias fora do lugar e realismo mágico: relações de trabalho sob a ótica do STF
Por Luiz Gustavo de Souza Alves*
“… Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria. Filha do medo, a raiva é mãe da covardia.
Ou doido sou eu que escuto vozes. Não há gente tão insana, nem caravana, nem caravana, nem caravana do Arará. Não
